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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Meu amigo, "Sr Baixo"

Meu primeiro baixo
Depois de um fim de semana descontraído com os amigos, na beira da piscina, misturando violão e teclado, um deles me avisou: 
- Estou montando uma banda e você vai entrar nela!!!
Naturalmente dei risada e desconversei.
- Não vai dá. Eu, um eterno aprendiz de violão, como vou tocar numa banda? 
Mas ele insistiu:
- Nada disso. É só treinar. Ensaiar que vai dar. É só pra brincar e relaxar.
- Sendo assim, vamos nessa! Tô dentro! - Consenti pra encerrar o assunto.
Sabe aquela conversa de amigo que encontra outro na rua, depois de anos sem se ver, faz a maior festa, troca telefone, endereço e o escambau, marca aquele encontro futuro pra relembrar os velhos tempos, mas fica tudo nisso? 
Pois é. Bem ao estilo carioca de ser. 
Foi assim que levei a história da banda. Naturalmente aquilo era mais uma dessas conversas sem futuro.
Passados alguns dias. Semanas, com certeza, talvez uns poucos meses, ele me liga e convida pra uma comemoração qualquer em sua casa e, pra minha surpresa, em lá chegando, sou apresentado a um rapaz:
- Esse é o vocalista da banda! 
(Heim!!! Como assim?!!!)
Eu pensei: "Cacete! O cara tá mesmo levando a sério essa história de banda!"
- OK, então! Beleza!
- Agora só falta o baterista.
Passados mais alguns dias, semanas, ou quem sabe, mais uns poucos meses, ele me liga mais animado ainda e sentencia:
- Já temos o baterista!!! 
E eu, "grande músico" que sou, naturalmente, travei: 
- Como assim?!
- O baterista pra nossa banda! Consegui o baterista e vamos marcar o primeiro ensaio.
Até aí, vamos levando a coisa na brincadeira, mas aí veio a surpresa maior:
- Você vai tocar baixo!!!
Travei em dobro. E perguntei:
- Mas como?! Nunca toquei baixo na minha vida. Na verdade, nunca sequer peguei num baixo! Não tenho ideia de pra onde vai o tal baixo!
Mas ele, muito confiante, foi logo me dando confiança: - Que nada! É fácil. Você vai ver. E só treinar que vai dar.
Eu não tenho certeza, mas acho que naquela noite eu não dormi muito bem. acho até que sonhei com o tal do baixo.
Nessa mesma semana nos encontramos, e baixo entrou na conversa de novo. Vendo que não tinha mais jeito, afinal já estava decidido por meu amigo que eu era um baixista mesmo, resolvi levar a conversa adiante:
- Tá bom! Vou tentar! Mas eu não tenho baixo.
- Vou tentar te arranjar um emprestado pra você ir se adaptando até comprar um.
Passado mais uns dias sem que tivesse conseguido emprestar o tal do baixo, resolvi que compraria um. Usado, naturalmente, pra tentar ver se me entendia bem com o "sujeito".
Fomos então a uma loja de equipamentos musicais usados. Em lá chegando,
o dono do estabelecimento fez um verdadeiro pronunciamento sobre a qualidade de alguns baixos e, naturalmente não entendi nada.

Chamei o baixo de "senhor", e claro que ele não entendeu nada.

Montamos então a banda de rock denominada Os Garibaldi. 
Durou um ano, se muito, nossa aventura. Isso depois de toda a empolgação e até ter comprado um baixo novo, Fender, bonito e mais sonoro.
O segundo baixo, Fender Squier 

Apesar do curto tempo da banda, eu e o "Sr. Baixo" nos demos muito bem. Agora já não o chamo mais de "senhor". Ficamos mais íntimos. 
E apesar de não estar mais em nenhuma banda, nos encontramos, pelo menos uma vez por semana, no home studio pra alguns "dedos" de prosa.

Mas a questão principal aqui é: Acredite e nunca desista de sonhar e tentar fazer algo novo. É sempre uma chance de aprender e recomeçar a viver algo diferente e saudável, que só faz bem ao corpo, à mente e ao espírito.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Trump: O Presidente do Mundo (?)

Donald Trump será o novo presidente da maior economia do mundo. E o que muda na política externa, na economia e nas relações com o mundo? E no Brasil? Qual a nossa maior preocupação?

É natural que essa mudança de regime democrático para republicano, no maior capitalismo do mundo, afete quase toda economia global e certamente resultará em transformações nas relações internacionais com consequências inevitáveis e algumas ainda imprevisíveis. Isto é fato!

Agora, voltando ao nosso quintal, memes e previsões catastróficas à parte, fico curioso, e admito um tanto cético, quanto ao que muda em relação ao Brasil, porém ao mesmo tempo, tenho uma certeza observando as manifestações do povo tupiniquim, especialmente nas redes sociais: Estamos mais politizados. E só!!!

Ainda falta muito para alcançar o amadurecimento político e social, mas já fazemos escola. Os tupiniquins criticam veementemente o povo americano pela eleição do Mister Trump. Ou seja temos a solução para a eleição americana, enquanto aqui, continua-se votando em Renam, Collor, Aécio, Lindberg (rei de processos no STF) e tantas outras raposas na esfera Federal, Estadual e Municipal. Seria incoerência ou apenas pretensão de se mostrar ao mundo como um povo altamente politizado e sábio?! 

Ah! e ainda tem mais pra completar o rol do que me parece incoerente: De acordo com o resultado de pesquisa recente (não sei se encomendada ou se legítima), esse povo que tudo sabe e resolve no terreno alheio, elegeria o réu Lula nas próximas eleições para presidente. Esse país está mais para as Ilhas das Caraíbas, onde piratas e corsários escondiam seus tesouros e transitavam livremente, do que um país que quer parecer sério e consciente politicamente.

Ainda sobre Trump, é prudente aguardar os próximos capítulos, afinal, na política como no futebol, treino é treino, jogo é jogo. Ou seja, o discurso do antes da eleição pode não ser traduzido nas ações do pós eleição. No nosso caso, uma catástrofe completa e reiterada, vide efeito Lula e posteriormente, Dilma, onde o discurso da moralidade de um e o da fartura econômica do outro se mostraram posteriormente apenas palavras ao vento para enganar trouxas.

Considerando que a democracia norte americana está anos luz à frente da incipiente democracia dos povos do sul, seria muita pretensão comparar os desdobramentos de lá com os de cá, por exemplo. Pelo menos lá, não existe a doença do populismo oportunista.

É esperar pra ver, e pedir a Deus que ilumine as "mentes brilhantes" que governam o planeta.

Os terráqueos agradecem!!!

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Chega de Hipocrisia!!!

Ultimamente tenho visto, ouvido, lido, tanta manifestação sobre burguesia nas redes sociais, que resolvi fazer uma reflexão sobre o assunto. Desculpem-me se o texto ficou longo, mas achei necessário esclarecer.

Primeiramente, verifiquei os perfis das pessoas que colocam postagens com essa "mágoa" da burguesia no facebook e, sem nenhuma surpresa, devo confessar, constatei que grande (ou a maior) parte desses posts são de pessoas relativamente ou abundantemente abastadas, que tem o privilégio de ter posses, geralmente são profissionais com formação superior, algumas inclusive, que eu bem conheço, residem em mansões, coberturas com piscina ou simplesmente casarões e apartamentos confortáveis e até geram empregos, ou seja, fazendo um discurso completamente demagogo e hipócrita, pois sequer conhecem um dia na vida daqueles que realmente não pertencem à tal burguesia. E aí, inocentemente fico me perguntando, qual seria a motivação dessa gente. Ou seria uma doença?!

Com o propósito de curar a minha persistente falta de entendimento e informação sobre certas coisas (e pessoas), resolvi pesquisar sobre duas palavrinhas que citei acima: burguesia e hipocrisia. E vejam, me senti bem melhor, pois percebi que não estou doente e não sou tão mal informado como pensei. Vamos lá:
Burguesia: Pra começar, existem vários conceitos que definem a palavra, que tem sua origem no latim "burgos" (fortaleza), vindo a dar nome às cidades medievais dominadas por mercadores, os quais eram chamados de burgueses, que enriqueceram com o comércio e, aos poucos, foram se infiltrando na aristocracia, passando a dominar a vida econômica, política e social a partir da Revolução Francesa.
Bom, após essa pequena incursão na história, e pra não ficar cansativo, vamos simplificar as coisas. 
No nosso mundo capitalista, uma das definições diz que a burguesia é uma classe social, onde seus membros são os proprietários do capital, ou seja "comerciantes, industriais, proprietários de terras, de imóveis, os possuidores de riquezas e dos meios de produção". 
Em outra definição os burgueses estão divididos em três classes: Alta Burguesia, Média Burguesia e Pequena Burguesia. Acredito que dispensa maiores definições sobre cada uma dessas classes, pois é perfeitamente possível identificar onde cada um de nós, grandes, médios ou pequenos burgueses independentes e imaculados da hipocrisia nos encaixamos.

Ora meus dignos, se vocês pertencem a uma dessas classes que possui imóveis, que tem oportunidade de gerar um emprego que seja, vocês também são burgueses, então, por favor, deixem a hipocrisia lá com os políticos!
Ah! Ia me esquecendo dela. Da hipocrisia.
Hipocrisia: "...é o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que a pessoa na verdade não as possui. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando a representação de um ator, atuação, fingimento (no sentido artístico). Essa palavra passou mais tarde a designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos. Um exemplo clássico de ato hipócrita é denunciar alguém por realizar alguma ação enquanto realiza a mesma ação." (Fonte: Wikipédia)

Vamos ocupar nosso tempo levantando bandeiras reais (verde e amarelas de preferência), factíveis e realizando ações práticas e verdadeiras para mudar o nosso país, moralizar as instituições, limpar a política e deixar um legado mais digno para os nossos descendentes,  ao invés de ficar levantando bandeiras e defendendo a "casta política corrupta" que assola esse país desde o descobrimento.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Ser ou não ser - O limite da insanidade



O médico Alois Alzheimer foi o primeiro a descrever a demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), lá nos idos de 1906. A doença causada pela morte de células cerebrais é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada (em alguns casos até com certa urgência). A pessoa desenvolve um quadro de perda progressiva de memória, desorientação, distúrbio de linguagem (com dificuldade para compreender e se expressar).

A Labirintite por sua vez, é uma desordem do equilíbrio do corpo humano, causada por um processo inflamatório ou infeccioso que afeta os labirintos, órgão responsável pelo equilíbrio, postura e orientação do corpo (e pelo que veremos a seguir, também da mente).
Esta semana, o ex-presidente Lula, após ter sido acometido por uma crise de labirintite, nos exemplificou de forma muito clara as consequências dessas duas terríveis doenças, ou seja, desequilíbrio do corpo, por um lado, e demência, pelo outro. Ao ser entrevistado por uma TV portuguesa o “ex-excelentíssimo” molusco falou, "desfalou" e mais uma vez esqueceu.
Primeiro, falou que “o mensalão teve praticamente 80% de decisão política e 20% de decisão jurídica”. Na sequência declarou: “Eu acho é que não houve mensalão”. Danou-se!
O repórter iniciou uma pergunta sobre o fato de pessoas de sua confiança terem sido presas e, surpreendentemente, ele interrompeu com a seguinte declaração: “Não se trata de gente da minha confiança”. Aí danou-se de vez. Interna logo que o caso é muito mais grave.
Aliás,  a julgar pelo tempo em que ele demonstra demência, já que nunca sabe ou se lembra de nada, o caso não nem tem mais salvação. Principalmente porque parece ter evoluído para uma “esclerose” ou “caduquice”.
Inocente e crédulo que sou, me ponho a fazer algumas reflexões: O quão insuportável deve ter sido a convivência do Lula, o “demente”, naquele palácio tendo que conviver ao lado do tal Chefe da Casa Civil, José Dirceu, o inconfiável! Fico a imaginar como deveria ser difícil a relação do Lula, o “esquecido”, com o outro José, o Genoíno,  todo poderoso presidente do partido que o molusco representa até hoje com todas as honrarias! Me surpreendo com minha própria perplexidade, ao ver como Delúbio, o “tesoureiro sorrateiro”, pode tomar conta da chave de tão nobre e recheado cofre por tanto tempo, sendo responsável único pelos pagamentos das contas de todas as campanhas políticas encampadas por Lula, o “honoris”!

Realmente, diante de tudo isso, só dá pra salvar essa alma se ele estiver sofrendo do mal de Alzheimer.
Do contrário, trata-se única e exclusivamente de um estado avançado da soma de graves patologias morais, o que eu acho mais provável, tais como cinismo (desavergonhado, debochado, sem escrúpulos, sem pudor), mentira (afirmações ou negações falsas), hipocrisia (fingir sentimentos, crenças e virtudes que não possui) e mau-caratismo (sem escrúpulo, que engana sem constrangimento).

E para casos como esses não há cura.
Infelizmente, para a vergonha dos brasileiros de bem...

terça-feira, 2 de abril de 2013

Corno invertido

Homem falha ao tentar engravidar mulher do vizinho, na Alemanha.

“Um homem, que vive na Alemanha, foi processado por não conseguir engravidar a mulher do vizinho, depois de ser contratado por 2 mil euros (cerca de R$ 5,7 mil) para isso.

Demetrius Soupolos e a mulher Traute, queriam ter uma criança, mas descobriram que Soupolos não poderia ter filhos. Por isso, decidiram contratar Frank Maus, na esperança que o homem casado e com dois filhos pudesse engravidar Traute. A informação foi divulgada pela publicação alemã 'Bild'.

Depois de seis meses e nenhuma gravidez – com uma média de tentativas de três vezes por semana – Soupolos insistiu para que Frank Maus passasse por exames médicos. Os testes mostraram que o vizinho também é estéril.
Por isso, a mulher de Maus foi obrigada a admitir que as duas crianças não eram dele.”

Agora, decida você o que é pior:

1) Ir à justiça cobrar um cara que comeu sua mulher, por seis meses.
2) Contratar um cara para comer sua mulher por seis meses.
3) Descobrir que você é estéril, enquanto tenta engravidar a mulher do vizinho, recebendo pra isso.
4) Descobrir que os dois filhos que você tem não são seus.
5) “Cornear” o vizinho e descobrir que já foi corno, no mínimo, duas vezes.
6) Ser denunciado no PROCON pela má qualidade do serviço prestado.
7) Ter que devolver o dinheiro e assumir a cornitude (ou cornidão).
8) Todas as opções acima. 




quinta-feira, 14 de março de 2013

O Fim justifica os meios (?)

"Podemos fazer o diabo quando é hora de eleição". A declaração foi dada pela Presidente da República do Brasil em visita à capital da Paraíba, João Pessoa, na semana que passou.

A julgar por esta declaração da "representante" do Povo Brasileiro, além de ser impossível querer negar a existência do mensalão e outros "arranjos", que para a maioria dos mortais são desconhecidas, fica mais claro o comportamento anti-ético, corrupto e corruptor dos políticos, que estão se lixando para a honestidade, a dignidade e, principalmente para o respeito ao eleitor e aos princípios do direito e da legalidade na sociedade em que vivemos.

Diante dessa confissão de culpa, cabe a nós cidadãos, e eleitores que somos por obrigação, buscar mais orientação, para não perder de vez a dignidade e o respeito por nós mesmos, visando uma melhor compreensão dos objetivos reais que movem a política brasileira e, finalmente, aprender a escolher melhor nossos representantes, para no futuro não termos o desconforto de carregar nos ombros o peso da responsabilidade solidária ou co-participativa nos episódios dos "mensalões" e outras ações marginais às leis e aos bons costumes. Bons costumes que, aliás, tanto lutamos para ensinar aos nossos filhos na educação doméstica que lhes damos, apesar dos nossos lares serem invadidos diuturnamente pelos meios de comunicação com as notícias nada abonadoras do poder central.

Finalizando, contrariando o que chegou a registrar de forma desiludida o escritor, jurista e político brasileiro, Ruy Barbosa: "De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."
Não devemos aceitar que essa vergonha se estabeleça nem que esse "modus operandi" seja uma coisa normal dentro dessa política submundista, que visa apenas o poder a qualquer preço.

Temos certeza, que para a maioria da sociedade brasileira não é mais possível aceitar, nem é direito se acomodar com esse mal enraizado no seio do poder.

sábado, 19 de janeiro de 2013

A Voz do "Povo"

Esse sim, é "o cara"!!!
Se o cara do "povo" tem essa sensibilidade e percepção tão profunda da nossa realidade, o que será que falta ao resto do povo (sem aspas) pra fazer mudar este país?!



domingo, 30 de dezembro de 2012

Intolerância: Da Idade Média ao Século XXI

Estamos vencendo mais uma etapa do calendário gregoriano, e com ele mais uma renovação de esperança num mundo melhor, onde possa haver mais amor, mais compreensão, mais paz e, principalmente, mais tolerância entre as pessoas ditas "seres humanos". Ou seja, novas esperanças na renovação da espécie humana.
Mas então, cabe aqui algumas reflexões: 
Apesar de todos os registros sobre a evolução humana, o que mudou desde a Idade Média, ou da Antiguidade, até os anos atuais, quando o assunto é intolerância? O que mudou, quando o ponto de vista é Paz (ou guerra)? O que mudou, quando o assunto é amor?
Do ponto de vista Religioso, mudaram apenas as posições, onde antes a Igreja Católica era a intolerância personificada, hoje temos os Islâmicos Fundamentalistas que, também em nome de Deus, queimam na "fogueira santa" seus  desafetos ou, simplesmente, os que preferem crer em outros "mandamentos".


Do ponto de vista da Paz, continuamos com as guerras, todas em nome dessa mesma paz que é pregada sempre que um tiro é disparado.
Quanto ao amor, ainda hoje, assim como há séculos, se morre e se mata em nome desse sentimento que deveria ser maior que todos os outros e acima de todas as coisas, inclusive do próprio mau.
Onde foi então que ocorreu a evolução da raça humana?
O homem melhorou sua qualidade de vida e hoje vive mais que na idade antiga. 
O homem estudou e aprendeu mais sobre muitas coisas, inclusive sobre sua própria existência.
O homem adquiriu o conhecimento sobre a natureza, aprendeu a prevenir, preparar-se e até se proteger contra catástrofes naturais.
O homem criou e dominou a máquina, viajou ao espaço e desvendou os muitos mistérios do universo.
Mas o que o homem não aprendeu ainda, foi conviver consigo mesmo, compreender seus semelhantes e aceitar suas diferenças. Respeitar seus espaços e seus limites, as opções e a liberdade de escolha de cada um.

Infelizmente, a realidade é outra totalmente oposta ao momento das festas e comemorações pelo mundo, quando todos parecem comungar do mesmo sentimento de paz, amor e harmonia: Basta inciar o Ano Novo e todos os assuntos não resolvidos no Ano Velho ressurgem como a Fênix e todo aquele sentimento de fraternidade, de amor e respeito se esvai e o homem moderno, ser humano sábio e evoluído, regride ao tempo dos seus ancestrais, sem o menor pudor, consciente ou inconscientemente.


E a vida segue.

Feliz Ano Novo, com muita Paz, Amor, Harmonia e muito, mas muito mesmo, AMOR no coração, na cabeça e nas atitudes. 

E que Deus nos abençoe!!!


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

"Tio" Henry: Esse sim, é "o cara"!!!

Recebi esta pérola do meu amigo Jal e me senti na obrigação de compartilhá-la neste espaço:
"Henry Allingham nasceu em Londres em 1896, quando ainda reinava a Rainha Vitória. É veterano da 1ª Guerra Mundial, participou das batalhas de Yopres e Jutlândia e fez parte do primeiro esquadrão da RAF, a força aérea britânica, da qual é o único membro ainda vivo."

O mais interessante é que ele diz que viveu "seus 112 aninhos à base de cigarros, uísque, cerveja e muitas mulheres fogosas (ele diz que o grande segredo é não repetir mulher durante uma mesma semana)."
Resumindo:

"Viveu intensamente na maior ESBÓRNIA!"

"E você? Comendo salada de soja, bebendo água feito um filho da p..., cheio dos regimes, preocupado com colesterol, pressão alta, bursite, DORMINDO CEDO, caminhando como um desgraçado, MALHANDO FEITO LOUCO, suando feito lazarento, QUEIXANDO de dor nas pernas!... E tudo isso pra comer a mesma mulher!
"

Pára com isso, meu! Siga o exemplo desse vitorioso!" VALEU, Tio Henry!!!

sábado, 8 de setembro de 2012

A SABEDORIA DE NAPOLEÃO

Dizem que Napoleão Bonaparte classificava seus soldados em quatro tipos:

1. Os inteligentes com iniciativa;
2. Os inteligentes sem iniciativa;
3. Os ignorantes sem iniciativa; e,
4. Os ignorantes com iniciativa.


- Aos inteligentes com iniciativa, Napoleão dava as funções de comandantes gerais... estrategistas.
- Aos inteligentes sem iniciativa, Napoleão deixava-os como oficiais para receberem ordens superiores... para cumpri-las com diligência.
- Aos ignorantes sem iniciativa, Napoleão os colocava na frente da batalha - buchas de canhão, como dizemos.
- Napoleão odiava os ignorantes com iniciativa e não os queria em seus exércitos.

Um ignorante com iniciativa é capaz de fazer besteiras enormes e depois dissimuladamente, tentar ocultá-las.
Um ignorante com iniciativa faz o que não deve, fala o que não deve, até envolve-se com quem não deve e depois diz que não sabia. (Esse me lembra até um certo personagem do teatro político recente...)
Um ignorante com iniciativa faz perder boas idéias, bons projetos, bons clientes, bons fornecedores, bons homens públicos.
Um ignorante com iniciativa produz sem qualidade, porque resolve alterar processos definidos e consagrados.
Um ignorante com iniciativa é, portanto, um grande risco para o desenvolvimento e o progresso de qualquer empresa e governo.

Não precisamos deles, nem Napoleão os queria.

Você identifica em sua vida, em sua empresa e no governo os quatro tipos de soldados de Napoleão? E o que faz com cada tipo?

Você sabe livrar-se dos ignorantes com iniciativa?


domingo, 11 de março de 2012

Ser Chique Sempre - por Glória Kalil

Sempre admirei o estilo e a classe da jornalista e empresária Glória Kalil, por isso acredito que seja mesmo dela este texto, tão rico e polido, e que, de uma forma simples, direta e ao mesmo tempo verdadeira e civilizada, define o que é "ser chique".

Muita gente acha que ser chique é ter dinheiro, viajar de primeira classe, ter atendimento personalizado e outras "vantagens" que a maioria dos mortais não pode ter.

Então vejamos o que diz uma das pessoas mais capacitadas para tratar esse tema:


"Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda.
Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas.

Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é ser discreto.


Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto no s seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que
salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo...falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não
aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas,
chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!"

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A Mulher e o Efeito Colateral

Mulher é mesmo um "bichinho" complicado e, por isso mesmo, difícil de ser compreendido e decifrado. 
Quando ciúma então... Aí é que a coisa fica mesmo complicada e difícil de costurar. Minha mulher, por exemplo, acha que todo mundo que se aproxima de mim ou tenta me agradar, tem algum interesse em particular. Se for homem, quer me tirar alguma coisa. Se for mulher, quer me dar... Alguma coisa!
Mas será mesmo?!
E, como dizem por aí que mulher tem aquele tal de sexto sentido, fico até lisongeado em imaginar quantas e tantas mulheres querem me dar, a essa altura do meu campeonato.
Para evitar maiores problemas, nem tento entrar em campo, prefiro divagar no sexto sentido dela e não imaginar que estou batendo esse bolão todo.
O fato é que, com todo esse "mise en scéne", a mulher acaba "atirando no pé" e dando dicas interessantes, despertando o homem para um interesse que antes poderia não ter havido.
Mulheres, cuidado! Toda essa sensibilidade e excesso de zêlo, pode fazer virar o jogo contra vocês mesmas.
Não custa nada pensar nos efeitos colaterais, também conhecido como efeito bumerangue.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O Poder e as pessoas que pensam "ser" o Poder

"Se você quiser conhecer uma pessoa, dê-lhe poder ou dinheiro" (Abraham Lincoln).
Apesar do tempo distante em que esta singela frase foi construída, por uma das personagens mais importantes da história contemporânea da humanidade, nada mudou de lá pra cá, e o poder continua fascinando e dominando as mentes, o ego e o caráter dos homens de pouca vontade e muita ambição.

Se o então presidente americano ainda vivesse veria, estupefato, o quão seu pensamento realista prosperaria ao longo dos anos e quantas tantas personagens provariam sua tese mostrando na prática o que o poder e o dinheiro são capazes de fazer com os comportamentos e ideologias.

É isso aí: "Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder." 

sexta-feira, 18 de março de 2011

Cada "Paes" tem o "Osama" que merece

Daria até um belo trocadilho, se não fosse tão inapropriada e inoportuna a atitude de Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, há dois dias da visita do Presidente dos EUA ao Rio de Janeiro.
Ontem, durante o lançamento das obras da Transcarioca, o "digníssimo" Prefeito convidou ao palco um sósia do Bin Laden e fez festa, tirou fotos ao seu lado e fez piadas ao estilo humorístico do "Casseta & Planeta".
 

Piada de mau gosto, diga-se de passagem, que não só repercute mal para o país no cenário mundial, como causa um grande constrangimento para a diplomacia brasileira.

O pior é que essa atitude de total desrespeito e falta de sensibilidade diante de um dos problemas mais sérios enfrentados no mundo atual, que é o caso do terrorismo internacional, parte exatamente do prefeito da segunda maior metrópole brasileira, que está sendo privilegiada nesse exato momento com a visita do mandatário americano e que, provavelmente fará parte da comitiva que o recepcionará.


Ora, todos sabem que Osama Bin Laden é o inimigo número 1 dos americanos, além de ser o terrorista mais procurado do mundo, logo, uma "brincadeira" dessas, justo nesse momento, é uma gafe sem precedentes que já está correndo o mundo nas mais diversas páginas dos noticiários globais.


Ironia ou não, o Brasil aproveita a visita do Presidente Barack Obama para pedir apoio dos Estados Unidos por uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU...

Certamente, caso venha a obter êxito nesse pleito, nosso representante não será o Eduardo Paes.


Chega de vergonha!!!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Xixi democrático


No Rio de Janeiro a história é a seguinte: Xixi na rua, "perú" em cana.

A prefeitura faz grande estardalhaço, os órgãos de imprensa locais não param de apoiar, para evitar que se faça xixi nas ruas da cidade durante o carnaval, mas, na prática o que vemos é um festival de hipocrisia, irresponsabilidade e desrespeito com o povo, principalmente em relação à sua saúde (prender urina causa infecção). Ora se não tem competência pra fazer um carnaval com milhões de pessoas nas ruas, não o faça!

Ontem, na Praça General Osório em Ipanema, fui testemunha e vítima desse descaso com que os senhores (des)governantes tratam o povo que enche seus cofres com esses eventos populares. 

O bloco era O Simpatia Quase Amor - que por sinal não tinha nem uma coisa nem outra, aliás, devia se chamar "sem graça nem beleza", mas essa é outra história.

Voltando ao tema, cheguei à Praça General Osório, por volta das 16 horas e, logo em seguida, resolvi procurar um desses banheiros tão propagados pela prefeitura e pela mídia carioca como se fosse a oitava maravilha do mundo, e que eu acreditei pudesse atender satisfatoriamente todos os necessitados.

Pra começar fui em direção à tal praça, onde imaginei que estariam os "artefatos". E de fato estavam lá. Tinha uma fileira dos tais banheiros químicos, daqueles individuais. Não foi difícil encontrar até porque, logo de cara, acabei tropeçando numa fila imensa que não deixava dúvidas quanto à sua existência. Me posicionei no final da mesma (fazer o quê?). 

A fila não andava e as pessoas ali angustiadas e, literalmente, apertadas. Comecei a observar ao redor na esperança de encontrar outra alternativa, que de fato existia mesmo. 

E o que me chamou a atenção para a descoberta foi uma grande gritaria em frente a uns containers (se não me engano uns quatro ou cinco) onde se lia no alto "masculino" e "feminino". Deduzi, logicamente, que se tratavam de mais banheiros públicos, o que logo foi confirmado pelo motivo da balbúrdia: apesar dos milhares de foliões na praça e nas ruas no entorno da mesma àquela hora, os banheiros (pasmem) estavam "fechados". Isso mesmo: Fe-cha-dos!!!, enquanto um sem (cem) número de pessoas necessitadas protestavam com os funcionários de plantão.


Ora, senhor prefeito e demais autoridades municipais, querer fazer uma festa popular politicamente correta é o desejo de todos, mas fazer propaganda enganosa e ainda querer punir o povo pela sua desorganização e incompetência para oferecer um apoio descente e condizente com o grau de mobilização que representa uma festa popular dessa magnitude é, no mínimo, uma grande irresponsabilidade e uma trapalhada sem tamanho.


Como dizia um cartaz no caminhão do bloco "Quero fazer xixi em 'paes'(prefeito do Rio)". Talvez isso resolvesse...

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Empreendedorismo


Em 1950 o economista Joseph Schumpeter usou a palavra empreendedorismo para designar uma "pessoa com criatividade e capaz de fazer sucesso com inovações" (Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Empreendedorismo).

Com efeito, a ação do empreendedor vai além da inovação, pois, independente de exercer um papel transformador, sua atitude pode provocar reações em cadeia vindo a proporcionar mudanças econômicas, sociais e culturais, interferindo diretamente no comportamento e até nos costumes de algumas sociedades.

Atualmente, diante do mundo globalizado (mais um fato histórico fruto do empreendedorismo), o empreendedorismo tem uma reação mais imediata do que os movimentos ocorridos no século passado, como por exemplo a revolução industrial, que devido às distâncias e dificuldades de comunicação à época, demoravam muito para atravessar as fronteiras e se espalhar pelo mundo, especialmente em regiões menos desenvolvidas.

Empreender, portanto é ousar, inovar, acreditar e ter coragem para executar.

Um fato recente que está acontecendo no mundo árabe, de certa forma faz parte de um movimento empreendedor, pois aqueles que ousam lutar contra regimes ortodoxos tradicionalistas totalitários em busca da conquista de um sonho de liberdade, são também empreendedores, principalmente quando esse sonho parece uma utopia.

NR.:Este texto foi postado por mim num fórum de empreendedorismo do curso de Administração da Universidade Estácio de Sá.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

PRECISAMOS TER AMANTES...

(Dr. Jorge Bucay - Tradução do original : Hay que buscarse un amante)

Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam. Geralmente são essas últimas as que vêm ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro ou as mais diversas dores.

Elas me contam que suas vidas transcorrem monotonamente e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que elas encontram de dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.

Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: "Depressão", além da inevitável receita do anti-depressivo do momento. Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que elas não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que elas precisam de um AMANTE!

É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu veredicto, Há as que pensam: "Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas?!" Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.

Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas com o meu conselho, eu explico o seguinte: AMANTE é "aquilo que nos apaixona". É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.

O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida. Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações indescritíveis.

Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho quando é vocacional, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto... Enfim, é "alguém" ou "algo" que nos faz "namorar" a vida e nos afasta do triste destino de "durar". (Traduzindo para o Português, esse “durar” seria mais ou menos como “Ir levando”).

E o que é "durar"? Durar é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é a preocupação com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.

Durar é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo contentar-se com a incerta e frágil sugestão de que talvez possamos fazer amanhã. Por favor, não se empenhe em "durar", procure um amante, seja também um amante e um protagonista ... da vida. Pense que o trágico não é morrer; afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém.

O trágico é não se animar a viver; enquanto isso, e sem mais delongas, procure um amante...

A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental: "Para estar satisfeito, ativo e sentir-se feliz, é preciso namorar a vida."

NB.: Jorge Bucay nasceu em Buenos Aires, em 1949. É psiquiatra e psicoterapeuta e exerce a sua profissão na Argentina, no México e na Espanha.